Segurança da informação na área da saúde: conheça 3 boas práticas

Hospitais, clínicas e centros de diagnósticos por imagem compartilham de uma grande responsabilidade: garantir a segurança da informação na área da saúde. Isso porque, ao armazenar desde dados básicos dos pacientes, como nome e documentos, até os registros clínicos, que incluem o histórico de consultas, exames e tratamentos aplicados, esses estabelecimentos assumem a responsabilidade com o sigilo dessas informações.

Com o advento dos recursos tecnológicos, os processos manuais estão sendo trocados pela agilidade e pela praticidade da digitalização. No entanto, nem tudo são apenas vantagens. Hackers e cibercriminosos podem invadir o seu sistema e adquirir informações, utilizando-as para vender para terceiros ou, ainda, para chantageá-lo após o rompimento da sua privacidade.

Por esse motivo, é indispensável que você aplique algumas medidas de prevenção. Quer descobrir como aumentar a segurança dos dados na área da saúde? Neste artigo, separamos 3 boas práticas para isso. Confira!

1. Confidencialidade

Em primeiro lugar, é preciso ter em mente que os dados de uma instituição de saúde não podem estar disponíveis a qualquer funcionário. Por isso, é importante investir em logins e senhas individuais e em sistemas de controle em que cada colaborador, dependendo da sua função, tenha acesso somente ao que é pertinente e permitido a ele.

Um detalhe importante é sempre apostar em senhas fortes, as quais evitam a ação de hackers. Ademais, é aconselhado que cada dispositivo eletrônico do estabelecimento de saúde tenha uma senha diferente, o que limita o acesso a outras áreas, no caso de invasões.

Um exemplo de senha forte são aquelas com mais de 8 dígitos e que incluem numerais, letras maiúsculas e minúsculas e pontuação. Assim, é possível prevenir incidentes de segurança, sejam eles intencionais ou não, e evitar que os dados sigilosos do paciente sejam roubados.

Para garantir a confidencialidade das informações armazenadas no seu estabelecimento, aplicar treinamentos na sua equipe é mais uma tarefa indispensável. Dessa forma, os funcionários entendem, de maneira mais clara, sobre todos os tipos de ameaças e adquirem conhecimentos necessários para reduzir as chances do sistema ser invadido.

2. Softwares seguros

Contar com um software que ofereça toda a segurança necessária para a sua instituição é mais um passo para proteger os seus dados. Assim, opte por um sistema com estrutura robusta, no qual seja possível aplicar um bom antivírus, que tem o poder de destruir malwares, e também um firewall, que evita que programas e pessoas mal-intencionadas invadam os seus dispositivos.

Além disso, é importante que os softwares utilizem criptografia, técnica que torna a escrita ininteligível e impede o roubo de informações importantes enquanto elas estão sendo compartilhadas. Sistemas de backup também são fundamentais para que todos os dados do estabelecimento possam ser recuperados no caso do extravio por ação de algum software malicioso.

3. Autenticidade

Ter certeza da veracidade dos sistemas, da rede e dos programas que são utilizados pelo hospital, clínica ou centro de diagnóstico por imagens é um requisito essencial para preservar a segurança da informação na área da saúde. Por isso, certifique-se de que a rede wi-fi da instituição é segura, que os servidores de e-mail estão protegidos e que os sistemas contra vírus estão atualizados.

Ademais, as equipes devem evitar o compartilhamento de informações confidenciais dos pacientes de forma indiscriminada, porque isso aumenta a probabilidade de escape para pessoas não autorizadas.

O hábito de utilizar equipamentos eletrônicos individuais, como smartphones, também deve ser desencorajado, visto que nem todos tem a proteção necessária para garantir a segurança dos dados referentes à instituição.

A aplicação de medidas preventivas é a melhor maneira de aumentar a segurança da informação na área da saúde. Ao contar com recursos tecnológicos de ponta, desenvolvidos especialmente para a proteção de dados, é possível deter o avanço de ameaças e, ainda, elencar o seu estabelecimento como sendo de confiança no mercado.

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