Qual é o impacto da terceira onda na saúde?

A adoção de tecnologias cada vez mais modernas é uma realidade em quase todos os setores econômicos. Por mais que algumas pessoas ainda sejam resistentes a essas transformações, é inegável o quanto o avanço tecnológico contribuiu para o desenvolvimento de áreas muitas vezes tão complexas. Ou seja, a terceira onda na saúde não é um fato isolado.

Essas mudanças tecnológicas se inserem em um contexto muito maior, em que a transformação digital engloba dispositivos, softwares e práticas voltadas para facilitar as rotinas de produção e transmissão de informações.

O que é a terceira onda?

As tecnologias digitais começaram a ser desenvolvidas no início do século XX. Depois de uma longa fase de descobertas e de usos bastante limitados, a partir da década de 50 começou-se a adotar dispositivos e linguagens virtuais em diferentes organizações.

Nessa época, alguns sistemas bem mais simples que os atuais eram usados para a automação de processos, realizando cálculos e outras tarefas de forma mais rápida que as pessoas. Essa foi a primeira onda digital.

No fim da década de 70 surgiu a segunda onda — no Brasil, esse movimento começou no início dos anos 80 —, quando houve a popularização das tecnologias digitais. Enquanto as pessoas começaram a obter computadores pessoais, as empresas passaram a usar sistemas cada vez mais complexos e com aplicações bem maiores.

Nesse momento é que se realizou a automação de diversos processos dentro dos hospitais, principalmente ligados à administração e à contabilidade.

Atualmente, vivemos a terceira onda digital, na qual o mundo virtual se expandiu para novas funções, ficando bem mais acessível. Na saúde, é cada vez mais comum o uso de sistemas para controle de fluxo de pacientes, melhoria nas rotinas hospitalares e até em complexos aparelhos e dispositivos para exames e cirurgias.

Qual a influência na segurança do paciente e dos hospitais?

Um dos pontos mais importantes da terceira onda na saúde é o foco total nas necessidades dos pacientes. Seja pela obtenção de um diagnóstico mais preciso e mais rápido ou para a realização de procedimentos mais seguros, a tecnologia é uma realidade fundamental para o funcionamento das instituições de saúde, porque proporciona mais segurança ao paciente.

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Para as próprias instituições, o uso da tecnologia proporciona mais segurança na troca de informações, interna e externamente. Além disso, ajuda a reduzir erros e efeitos adversos, melhorar processos e diminuir gastos e desperdícios.

O que é saúde 4.0?

A evolução e a integração de todos os processos de automação dentro de um hospital podem ser chamadas de saúde 4.0. Trata-se da centralização de tudo que é feito dentro da instituição, com todas as informações obtidas organizadas em uma única plataforma ou base de dados.

Mais uma vez, o objetivo final é a segurança do paciente e de todos que participam das práticas hospitalares, sejam eles médicos, enfermeiros, outros funcionários ou fornecedores.

No entanto, todos os dados gerados a partir de consultas, exames, cirurgias e outros procedimentos precisam fazer sentido e ser bem organizados. Para isso, é necessário não só poder contar com tecnologias modernas, como também com profissionais capacitados.

É preciso ressaltar que a terceira onda na saúde só é realmente eficiente se ela não for compreendida como algo do futuro, mas sim uma realidade que pode trazer muitos benefícios tanto para os hospitais como para os pacientes.

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