Medicina diagnóstica: como funciona a integração de sistemas

A medicina diagnóstica está em constante evolução. Prova disso é o investimento em recursos tecnológicos para apurar, com riqueza de detalhes, as alterações fisiopatológicas no paciente e a ampliação de softwares para aperfeiçoar a imagem dos exames realizados.

armazenamento de informações na nuvem e a incorporação dos serviços de telessaúde no atendimento ao paciente também são importantes inovações no campo da medicina diagnóstica.

Nesse sentido, a integração dos sistemas RIS e PACS vem como uma estratégia inovadora para melhorar a assistência clínica prestada ao paciente e para organizar os processos administrativos das empresas em saúde.

Quer entender como essa integração é importante? Então, acompanhe nosso post de hoje e saiba mais sobre isso!

O que é o sistema PACS?

O sistema PACS — Picture Archiving and Communication System envolve um conjunto de tecnologias para armazenamento  e organização das imagens provenientes dos resultados médicos. Esses softwares compactam as informações clínicas e arquivam laudos radiológicos.

Para os gestores, configura-se como uma ferramenta inovadora, pois reduz os custos operacionais e institui a prática do paperless. Para a equipe médica, é um valioso recurso, pois facilita o acesso aos resultados clínicos, podendo salvar as imagens em JPEG ou em CD.

Leia também: Como fazer a integração de sistemas na área da saúde

O que é a plataforma RIS?

sistema RIS (Radiology Information System) tem a função de gerenciar os processos administrativos, clínicos e estratégicos em uma instituição de saúde. Assim como possui a funcionalidade para rastrear todos os serviços realizados pelos pacientes.

Os principais objetivos do sistema RIS são: o controle da agenda (porcentagem de absenteísmo, número de pacientes/dia, etc.) e o cadastro dos dados clínicos nos prontuários eletrônicos dos pacientes.

Quais as vantagens dessa integração?

integração entre os sistemas PACS e RIS são notórias para os gestores. Primeiramente, porque resolve o grande problema de desarticulação dos serviços clínicos realizados dentro de uma empresa.

Além disso, possibilita a interligação dos resultados radiológicos com as informações do prontuário e dos demais exames laboratoriais, que são cruciais para estabelecer o diagnóstico correto.

Também permite o acesso às imagens radiológicas e facilita o faturamento das contas hospitalares, bem como o levantamento mais completo sobre o prognóstico do paciente.

Outra vantagem apontada é a redução de custos operacionais, na medida em que não será necessário o cadastro em duas plataformas distintas, garantido tempo e dedicação exclusiva do médico para o paciente.

A integração dos dois sistemas permite o cruzamento de informações com o objetivo de levantar dados relevantes para identificação dos perfis de pacientes atendidos. Com base nessas pesquisas, será possível traçar atendimentos mais específicos às condições clínicas investigadas.

A medicina diagnóstica vem evoluindo para garantir uma assistência clínica de qualidade, aliando os estudos científicos mais recentes às plataformas para identificação de alterações funcionais importantes, e à utilização de recursos tecnológicos eficientes. Nessa mudança, observa-se que a integração dos sistemas PACS e RIS tende a somar suas potencialidades para facilitar o cotidiano dos médicos, pacientes e gestores.

E você, entendeu como a integração dos sistemas PACS e RIS pode otimizar as atividades assistenciais em um ambiente de saúde? Está preparado para investir nessa mudança ou precisa de informações gerenciais? Então, baixe agora o nosso e-book sobre os segredos para otimizar a gestão da sua clínica!