Feliz 2017 com presente para você!

Que 2017 traga muitos desafios, projetos e sucesso! Para fechar o ano, temos um presente para você: Afinal, o que não pode faltar na gestão clínica em 2017?

A crescente demanda por serviços clínicos de qualidade aliada às tendências tecnológicas tem sido objeto de preocupação dos gestores clínicos. Isso porque eles precisam adequar o orçamento para implantar ou modificar as atividades já existentes e garantir um diferencial que atraia mais pacientes.

A gestão clínica deve fazer um levantamento das tendências para 2017, avaliá-las quanto à implantação para propiciar maior produtividade dos serviços clínicos ofertados, inovações no atendimento e sustentabilidade financeira da instituição de saúde.

Acompanhe nosso post e veja as principais inovações que não podem faltar no gerenciamento clínico em 2017.

Inovação pela telemedicina

telemedicina, entendida com a troca de informações via internet, vem se consolidando com uma estratégia clínica e gerencial importante. Dessa forma, podem ser realizadas cirurgias com acompanhamento de profissionais de saúde por meio de videoconferência, ou emissão de laudos radiológicos a distância, dentre outras possibilidades.

O gestor clínico deve investir na telemedicina para facilitar a troca de conhecimentos, aumentar a produtividade de exames médicos e garantir assistência ao paciente nos mais altos padrões de qualidade.

Planejamento estratégico situacional

Planejamento estratégico situacional consiste na elaboração de metas a curto, médio e longo prazo baseadas no diagnóstico dos serviços clínicos da instituição de saúde. O diagnóstico é feito considerando os pontos fortes e fracos da instituição, ou seja, as atividades que apresentam um diferencial vantajoso e os serviços que precisam ser readequados para atingir o nível de excelência.

O gestor clínico deverá se reunir com os principais representantes dos setores operacionais e clínicos para colocar em prática as tarefas que visam a sustentabilidade financeira da instituição. Também será avaliada a implantação de novos serviços ou o aumento das ofertas de atividades da clínica.

Controle adequado de estoque

Em uma instituição de saúde, o controle de estoque deve ser planejado considerando o consumo dos itens, a importância econômica dos mesmos e sua demanda sazonal. Nesse sentido, os produtos clínicos devem permanecer com o menor estoque possível para evitar perdas por expiração de validade ou falta de consumo.

Também devem ser observadas a classificação ABC, que considera os produtos com o custo mais elevado (A) e os itens menos onerosos (C), e a classificação XYZ, que avalia a importância clínica do produto.

Gestão motivacional de pessoas

O gestor de uma clínica deve oferecer benefícios que vão além dos já concedidos aos funcionários. Oferecer plano de saúde corporativo, refeições mais atrativas e descontos em academia são estratégias consideradas usuais.

O ponto ideal a ser considerado para 2017 é investir em práticas que motivem as pessoas a trabalharem eficazmente na instituição. Os próprios colaboradores serão os multiplicadores do ambiente favorável de trabalho.

Condições de trabalho adequadas, atendimento humanizado, investimento em capacitação de funcionários, incentivos financeiros indiretos, tais como auxílio combustível, cortesias para restaurantes e outros atrativos precisam ser equalizados para manter colaboradores eficientes e produtivos em seus postos.

As propostas apresentadas em nosso texto servem como um norteador das tendências gerenciais para clínicas 2017. Se forem implantadas ao longo do ano, possibilitarão a estabilidade financeira da instituição e consagrarão o gestor clínico com um profissional antenado para as principais demandas.

Gostou do post? Comece a se planejar para aderir às tendências em gestão clínica para 2017 de forma gradual e caso tenha alguma contribuição, deixe seu comentário abaixo.