Telemedicina: descubra 5 mitos e verdades dessa tecnologia

A telemedicina pode ser entendida como a emissão de informações clínicas através da tecnologia, onde as distâncias geográficas tornam inacessíveis os atendimentos médicos. Significa dizer que o conhecimento e as aplicações dessa prática são enviados por meios eletrônicos para chegar a uma instituição de saúde ou ao paciente.

A telemedicina está inserida dentro do contexto da telessaúde, entendida como um conjunto de atividades relacionadas à educação, ensino e aprendizagem de técnicas cirúrgicas, inovações, bem como atualizações de conhecimento com profissionais de qualquer parte do mundo.

Porém, como ocorre com toda inovação, é comum surgirem dúvidas na equipe médica e, principalmente, nos pacientes. Muitos acreditam que o investimento é alto e que a produtividade dos serviços será diminuída.

O objetivo deste post é esclarecer informações a respeito da telemedicina e desmistificar as dúvidas que estejam impactando negativamente a sua implantação.

Acompanhe 5 mitos e verdades da telemedicina e tire suas próprias conclusões.

1. A telemedicina é uma tecnologia muito cara

Mito. Trata-se de uma tecnologia inovadora que vem crescendo exponencialmente devido às novas ferramentas de informática e comunicação. Por isso, a telemedicina não pode ser considerada cara, pois não necessita de grandes técnicas computacionais diferenciadas.

2. A telemedicina garante o sigilo das informações clínicas

Verdade. Assim como qualquer prática que envolva dados clínicos dos pacientes, a telemedicina garante a veracidade das informações, a especificidade e sensibilidade dos exames laudados. O diferencial é que o acesso ao sistema será sempre feito através de senha pessoal e intransferível.

3. Existe uma área restrita de trabalho na telemedicina

Mito. A telemedicina, em sentido mais amplo, pode ser aplicada em qualquer serviço de saúde. Uma reunião entre médicos de localidades diferentes para discussão de casos clínicos ou a emissão de laudos a distância são consideradas práticas de telemedicina. Dessa forma, as práticas da telemedicina que serão implantadas dependerão das necessidades e demanda das instituições de saúde.

4. A telemedicina pode melhorar o atendimento ao paciente

Verdade. A telemedicina poderá garantir um atendimento completo para o paciente. Isso porque as consultas médicas estarão interligadas aos exames realizados, às intervenções de outros profissionais de saúde e à situação atual do paciente.

O paciente será atendido com as informações clínicas alimentadas e visualizadas em tempo real, o que possibilitará uma intervenção terapêutica mais acertada.

5. A telemedicina ainda não é reconhecida no Brasil

Mito. As atividades da telemedicina já foram reconhecidas pelos órgãos profissionais. Um exemplo é a telerradiologia que emite e envia imagens radiológicas a distância. Esse serviço foi reconhecido pelo Conselho Federal de Medicina através da normatização CFM Nº 1890/2009. Nessa resolução, estão contidos os critérios para a implantação da prática, bem como as condições para radioproteção e boas práticas radiológicas.

A telemedicina é uma tendência que beneficia tanto os pacientes quanto os profissionais da saúde, contudo ainda é cercada de mitos. Muitos estão ligados à falta de informação ou de iniciativa por parte dos gestores em planejar a implantação.

Por isso, se esse for o seu caso, entre em contato conosco e obtenha informações sobre as vantagens e os meios para implantar as práticas de telemedicina mais adequadas para os processos sob sua gestão.